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07 de abril – Dia Mundial da Saúde

Por Roberta Massa B. Pereira | 31.03.2015 | Sem comentários

Erros de medicação alertam para a necessidade de logística hospitalar para gestão de medicamentos, insumos e OPMEs

Há séculos o filósofo francês, Michel de Montaigne, já bem dizia: “É coisa preciosa a saúde, e a única, em verdade, que merece que em sua procura empreguemos não apenas o tempo, o suor, a pena, os bens, mas até a própria vida; tanto mais que sem ela a vida acaba por tornar-se penosa e injusta”. Hoje, em meio a tantos avanços tecnológicos que propiciaram o desenvolvimento de novos tratamentos para diversas doenças, ainda há muito para evoluir quando o assunto é a gestão da saúde e as constantes perdas e desvios de medicamentos e insumos, que só atestam a necessidade iminente de investimentos em um sistema de logística hospitalar de qualidade.

No Brasil, ainda são poucas as pesquisas quantitativas sobre o assunto. Porém, estudos internacionais apontam que em média 39% dos erros na medicação ocorrem no processo de prescrição de medicamentos, 12% na transcrição, 11% no processo de dispensação e até 38% no momento da administração de medicamentos. “Em média, de cada dez remédios que os pacientes recebem em hospitais e clínicas, três são inadequados.

Além disso, cerca de 1.000 medicamentos passam por recall todos os anos no Brasil, tornando indispensável à gestão logística e o rigoroso controle de lotes, data de validade e até mesmo dos pacientes que fizeram uso de um determinado produto, a fim de garantir a identificação de pessoas que foram expostas a insumos inadequados” exemplifica o empresário e especialista em logística hospitalar, Domingos Fonseca.

Além de ajudar a evitar danos à saúde dos pacientes, a logística hospitalar também é grande aliada da saúde financeira das instituições, já que o rígido controle de compra, armazenamento e uso de rastreamento previne a perda média de 30% de desperdícios dos estoques.
A logística também auxilia na diminuição do índice de obsolescência que hoje chega a 20%, o que pode levar a perdas de até 15% da margem financeira do hospital

Nos EUA, estima-se o gasto médio anual de US$ 76,6 bilhões com morbidade e mortalidade vinculados aos erros de medicação, além de um custo de aproximadamente US$ 4.700 por evento adverso de medicamento evitável.

A implementação de uma logística hospitalar de qualidade, com informatização de ponta, garante geração assertiva de relatórios com indicadores que comprovam sua eficiência. “É o exemplo que podemos citar em uma das operações que dirigimos no Pará, onde reduzimos em quase 100% as perdas de materiais médicos e medicamentos, além de gerarmos ganhos financeiros e humanos com a redução do tempo de distribuição dos medicamentos (menos 50%), no consumo mensal (52%) e no estoque (17%)”, relata Domingos, que preside a UniHealth Logística Hospitalar.

Tecnologia:

A separação dos medicamentos realizada através de equipamentos de automação é uma grande aliada, gerando aumento significativo da produtividade por ser um facilitador de tarefas, distribuidor automático das atividades entre os operadores e permitir o controle de todas as etapas dos processos. Desta forma, cada ação é realizada no menor tempo e com a maior qualidade possível, diminuindo o prazo para atendimento de requisições de reabastecimento, garantindo que o paciente esteja sempre assistido.

A Saúde é o bem mais precioso de qualquer pessoa. Por isso, além de toda a economia percebida, deixar a logística nas mãos de uma empresa especializada permite a concentração de recursos e esforços dos gestores hospitalares na atividade-fim de suas instituições: atender o paciente.

Sobre o especialista Domingos Fonseca

Nascido em Alqueidão (Portugal) e naturalizado brasileiro, Domingos Fonseca é administrador de empresas (PUC/SP), reconhecido empresário das áreas de transporte e logística e ex-Presidente da Associação Nacional do Transportes Rodoviário de Carga (NTC&Logística). Atual Presidente da UniHealth Logística Hospitalar, uma das principais empresas do setor de logística de produtos médicos e farmacêuticos da América Latina.

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