Qualidade

Procedimentos especializados auxiliam mulheres diagnosticadas com câncer na gravidez

Por Roberta Massa B. Pereira | 28.03.2016 | Sem comentários

Tratamentos inovadores em oncologia garantem qualidade de vida à mãe sem prejudicar o desenvolvimento do bebê.

Receber a confirmação de uma gravidez é um dos momentos mais especiais para a maioria das mulheres, mas se ao mesmo tempo, ou logo depois, essa mulher receber um diagnóstico de câncer?

No Brasil já existem protocolos estabelecidos para procedimentos inovadores, em casos de alta complexidade, como nas situações de uma paciente oncológica gestante.

O Hospital Samaritano de São Paulo conta, nestes casos, com atendimento realizado pelo Centro  de Medicina Fetal e Perinatal e corpo clínico composto por especialistas em oncologia, mastologia, ginecologia, perinatologia e pediatria.

Grande parte da população ainda acredita que a quimioterapia prejudica o desenvolvimento do bebê ou a saúde da mãe durante a gestação.

Porém, especialistas afirmam que a droga escolhida para cada tratamento não oferece agressão ao feto, já que a placenta retém a maior parte da quimioterapia.

Os procedimentos quimioterápicos são realizados a partir da 12ª semana de gestação e tem, como protocolo, uma pausa programada três semanas antes do parto.

O bebê nasce normalmente sem que haja qualquer contato com a droga e o próprio organismo da mulher cuida desta eliminação antes do parto – assim  explica o Dr. Waldemir Rezende, médico do Centro de Medicina Fetal e Perinatal do Hospital Samaritano.

Os tipos mais relevantes de câncer em gestantes são: mama, tireoide, linfoma, leucemia, estômago e colorretal (cólon e reto). Antecedentes familiares, de primeiro grau, ou gravidez cada vez mais tardia, são os principais fatores de risco.

É importante lembrar que com o diagnóstico precoce da doença, a mãe poderá ter todo o suporte para uma gravidez saudável com acompanhamento de médicos especializados e tratar o câncer – independente da gravidez – com procedimentos inovadores e atuais.

Fonte: Hospital Samaritano São Paulo- 28.03.2016

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