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Fisioterapia é aliada no tratamento do estrabismo

Por Roberta Massa B. Pereira | 12.04.2016 | Sem comentários

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Terapias e exercícios previnem e reabilitam os distúrbios da visão sensorial e motora; doença atinge adultos e crianças em todo mundo.

O estrabismo é um distúrbio em que os olhos não olham exatamente para a mesma direção ao mesmo tempo. Ele acontece em virtude da perda do paralelismo entre os olhos. A doença atinge crianças e adultos em todo o mundo. O que muitas pessoas não sabem, é que a fisioterapia é uma grande aliada na prevenção, no tratamento e na reabilitação do estrabismo.

Segundo o fisioterapeuta Giuliano Martins, proprietário do ITC Vertebral Ribeirão Preto e diretor regional da Associação Brasileira de Reabilitação de Coluna (ABRColuna), o estrabismo acontece pela falta de amadurecimento nervoso e muscular. “O distúrbio é uma alteração ocular que, normalmente, acompanha doenças que afetam o cérebro, como, por exemplo, paralisia cerebral, Síndrome de Down, traumas e tumores cranianos, entre outras complicações. Os músculos responsáveis pelos movimentos dos olhos devem trabalhar de forma harmônica, atuando em conjunto num equilíbrio perfeito de forças para não provocar o desvio ocular. Os músculos são controlados pelo cérebro através de impulsos nervosos”, explica.

“O estrabismo faz com que a pessoa veja imagens duplas, sinta alterações funcionais nos olhos, dores de cabeça, tonturas e embaçamento ao realizar esforços visuais. É normal até os três meses de idade que ocorra um grau moderado da doença pois a musculatura da criança ainda não está rígida, mas ela deve ser corrigida naturalmente em pouco tempo”, avalia Martins.

De acordo com o profissional, durante o tratamento da doença a fisioterapia atua com exercícios nos músculos extraoculares (região dos olhos). “As terapias ajudam na correção de desvios e na recuperação da funcionalidade visual. Estão entre as atividades o estímulo da visão com luzes e objetos que são movimentados em todas as direções. Já a prevenção consiste no fortalecimento dos músculos dos olhos, evitando riscos de desorganização do posicionamento dos eixos oculares e consequentemente de desconfortos”, comenta.

“Em adultos o estrabismo pode surgir em virtude de doenças físicas e neurológica ou diabetes. Os acidentes de trânsito também estão fazendo aumentar o número de pessoas que sofrem com o distúrbio em decorrência de traumatismos na cabeça”, alerta Martins.

Para o fisioterapeuta, o estrabismo é uma questão urgente. “Os tratamentos devem ser iniciados o mais rápido possível. Muitos casos podem ser revertidos se diagnosticados no início. Adultos e crianças, assim que sentirem os sintomas da doença devem procurar um profissional da saúde”, finaliza.

Sobre o ITC Vertebral – Fundado pelo fisioterapeuta Helder Montenegro, presidente da Associação Brasileira de Reabilitação de Coluna (ABRColuna) e reconhecido como um dos maiores especialistas em tratamento de coluna no Brasil, o Instituto de Tratamento da Coluna Vertebral iniciou suas atividades em 2005, em Fortaleza (CE).

Em apenas dois anos foram mais de 700 pacientes tratados, com êxito, pelo método RMA. Tais resultados alcançaram grande projeção e o ITC Vertebral passou a receber pacientes de todo o Brasil. Com o aumento da demanda, o ITC Vertebral decidiu formatar a primeira franquia em fisioterapia do país e, em 2007, deu início à uma expansão que já contabiliza 72 unidades no país.Capitais como São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte, por exemplo, já contam com mais de uma unidade do Instituto. O ITC Vertebral é afiliado à ABF (Associação Brasileira de Franquias). Em 2010, foi ranqueado pela Revista Pequenas Empresas Grandes Negócios em primeiro lugar no quesito crescimento econômico e terceira posição em satisfação dos franqueados que, juntos, já trataram mais de 30 mil pacientes.

Por conta do reconhecido trabalho, o ITC Vertebral recebeu convites para demonstrar seus resultados no México, Inglaterra, Holanda, Portugal, Argentina, Chile e Venezuela, países que estão em vias de instalar unidades do Instituto

Fonte: Núcleo da Notícia Comunicação Corporativa-12.04.2016

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