Tecnologia

Stratasys apresenta impressoras para criação de biomodelos em 3D

Por Roberta Massa B. Pereira | 16.05.2016 | Sem comentários

A Stratasys apresenta na Hospitalar 2016 a impressora 3D J750, que permite mais flexibilidade aos clientes, que podem escolher entre mais de 360 mil tonalidades de cores diferentes, além de contar com uma múltipla variedade de materiais – dos rígidos aos flexíveis, de opacos a transparentes, possibilitando a impressão 3D em materiais e propriedades em uma mesma peça.

Com isto, torna mais rápida e qualitativa a produção de modelos, protótipos e peças realistas para praticamente qualquer necessidade de aplicação do setor de saúde, com uma versatilidade incomparável.

“A natureza individual dos atendimentos de saúde é a combinação perfeita para a personalização que a impressão 3D oferece. O lançamento da Stratasys J750 é um verdadeiro marco para a indústria de saúde, pois contribui para a maior assertividade dos diagnósticos, já que os profissionais podem visualizar os mais diversos resultados de exames em imagem por meio de biomodelos 3D, o que agiliza a tomada de decisões dos médicos, algo essencial para o melhor atendimento aos pacientes”, ressalta Paulo Farias, diretor de Vendas da Stratasys.

Outro beneficio da nova solução da Stratasys é que sua versatilidade e capacidade produtiva aceleram e melhoram de modo considerável o Custo Total de Propriedade (TCO), por eliminar muitos processos tradicionais complexos, desperdícios de tempo e de recursos.

A Stratasys estará presente na edição da Hospitalar este ano, em parceria com sua revenda autorizada TechCD, especialista em implementar soluções de manufatura aditiva (impressão 3D) nas companhias do setor de saúde. No estande da empresa será possível conhecer também outra solução: a Stratasys uPrint SE Plus, uma impressora 3D de tecnologia FDM (Modelagem por Fusão e Deposição de Termoplásticos), que possibilita a produção de protótipos e peças para uso final em termoplástico de forma mais rápida e com detalhes mais finos, um excelente equipamento para equipes pequenas, que precisam libertar a criatividade e ampliar a produtividade.

Arnaldo Berger, diretor da TechCD, reforça que a manufatura aditiva oferece novas possibilidades para a comunidade médica, com benefícios tanto para os desenvolvedores de dispositivos médicos, quanto para os fornecedores de serviços de saúde. Isto porque contorna os métodos tradicionais de manufatura, substituindo-os por uma tecnologia mais rápida, menos onerosa e altamente customizável. “Só com a tecnologia de impressão 3D da Stratasys é possível criar formas complexas, em várias cores e texturas, utilizando materiais de alto padrão e com a sofisticação exigida pela área médica.” acrescenta o executivo.

Berger ressalta ainda que o uso da tecnologia 3D para pesquisas e estudos pré-cirúrgicos ainda é algo novo para o setor de saúde no Brasil, mas que já esta se disseminando em muitos hospitais e clinicas pelo país, com benefícios mensuráveis. A tecnologia oferece, aos médicos, condições de modelar a anatomia do paciente de forma ultrarrealista, para um melhor planejamento de procedimentos, diminuindo o tempo e os riscos de cirurgias. É um meio essencial para obter informações precisas, melhorar o controle sobre a eficiência dos processos médicos, economizar tempo de equipes e obter melhores resultados. Para os pacientes, proporciona benefícios reais como a redução de tempos de anestesia, de cirurgia e, consequentemente, de custos com todo o procedimento.

“Pode-se dizer que a manufatura aditiva, ou impressão 3D como é mais conhecida, representa a mais nova modalidade médica, como já foram no passado os equipamentos de raio X, tomografia e ressonância”, afirma. A utilização da tecnologia para o estudo prévio de procedimentos cirúrgicos permite ainda economizar o tempo de uso de sala, que, dependendo da complexidade do procedimento, pode chegar a US$ 600,00 por minuto nos Estados Unidos. “É uma economia de custos expressiva que beneficia médicos e pacientes e que, aos poucos, os profissionais do setor vêm descobrindo por aqui”, conclui Farias.

Fonte: Fórum Saúde Digital-16.05.2016

 

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