Gestão

Crise nas Santas Casas já causa rombo de R$22 bilhões

Por Roberta Massa B. Pereira | 09.08.2016 | Sem comentários

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Com o corte no repasse de verbas para a saúde e a queda na arrecadação de estados e municípios, a situação da saúde pública se agrava cada dia mais.

Hospitais de referência e Unidades Básicas de Saúde (UBSs) passam por uma precarização do atendimento oferecido à população, com problemas como quadro de profissionais incompleto, falta de medicamentos e redução de leitos, entre outros.

De acordo com a Confederação Nacional das Santas Casas de Misericórdia (CMB), a situação das santas casas e hospitais filantrópicos do país, responsáveis por 60% das internações de média e alta complexidade do Sistema Único de Saúde (SUS) é ainda pior.

Cerca de 20 unidades são fechadas por mês no Brasil, em geral por não conseguirem arcar com os débitos que quase dobraram nos últimos três anos.

Segundo a entidade, os débitos já somam R$ 22 bilhões.

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O Sindicato dos Médicos de São Paulo (SIMESP) vem alertando sobre os graves problemas que assolam a assistência à saúde. O presidente do SIMESP, Eder Gatti, está à disposição para comentar a situação das santas casas.

Sindicato dos Médicos de São Paulo (SIMESP)

Fundado em 1929, o Sindicato defende a atividade médica, a luta pela dignidade no exercício da medicina e o acesso à saúde como direito do cidadão. Aborda temas como planos de saúde, Sistema Único de Saúde (SUS), organizações sociais (OSs) e salário dos médicos, entre outros.

Fonte: RS-Press-09.08.2016

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