Educacional

Ministério da Saúde vai financiar mais 1 mil bolsas de residência

Por Roberta Massa B. Pereira | 18.10.2016 | Sem comentários

Instituições privadas sem fins lucrativos e públicas estaduais interessadas em expandir as vagas devem enviar proposta até fim de novembro.

O Ministério da Saúde anunciou nesta segunda-feira, 17, que vai financiar mais 1 mil novas bolsas de residência por meio do programa Pró-Residência.

Serão 400 vagas de residência médica e 600 em área profissional da saúde, com ênfase nas residências multiprofissionais.

As instituições interessadas devem enviar proposta por meio do Sistema de Informações Gerenciais do Pró-Residência (Sigresidência).

No endereço: http://sigresidencias.saude.gov.br, até o dia 30 de novembro.

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Podem concorrer aos editais instituições públicas estaduais, municipais e do Distrito Federal, e instituições privadas sem fins lucrativos.

Federais vinculadas ao Ministério da Educação (MEC) e instituições privadas com fins lucrativos não podem participar.

Tríplice epidemia e microcefalia

Uma novidade dos editais é a priorização de propostas de programas de residência que considerem as necessidades do Sistema Único de Saúde (SUS).

Para responder demandas decorrentes da “tríplice epidemia” – zika, dengue e chikungunya – e do cuidado às pessoas com microcefalia.

Na análise das propostas, os programas de residência em regiões com maior concentração de casos da doença, segundo dados estatísticos referenciais, terão prioridade.

Outro critério a ser usado na concessão das bolsas é a área de especialização.

No caso de programas de residência médica, serão priorizadas as especialidades de maior relevância para o SUS.

Como clínica médica, ginecologia e obstetrícia, neurocirurgia, pediatria, psiquiatria, entre outras.

Já na residência em área profissional da saúde, serão priorizadas áreas de concentração como a atenção básica/saúde da família;

Atenção clínica especializada com ênfase em infectologia, enfermagem obstétrica, neonatologia, reabilitação, vigilância em saúde etc.

Fonte: Estadão-18.10.2016.

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