Gestão

Gestão financeira com indicadores de HIS em tempos de crise

Por Roberta Massa B. Pereira | 01.12.2016 | Sem comentários

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Não é mais novidade que a crise econômica do país está afetando todas as áreas.

O setor da saúde, entre os mais representativos do Brasil, é um dos que vem sofrendo grandes dificuldades com a retração dos investimentos e até com o alto índice de desemprego.

O SUS – Sistema Único de Saúde – e até mesmo os convênios médicos particulares estão sendo diretamente afetados e enfrentam sérios problemas.

Somente em 2015, segundo o Observatório 2016 da ANAHP (Associação Nacional de Hospitais Privados).

Por exemplo, 766 mil pessoas perderam seus planos de saúde e estão dependendo do sistema gratuito.

A conta não fecha nem de um lado e nem do outro.

Com este cenário, é mais do que latente o controle e a gestão financeira para que as instituições saiam desse momento com saldo positivo.

Portanto, para reverter a situação e continuar mantendo as contas em ordem, é preciso ter controle minucioso dos custos e de todo o backoffice.

O administrador tem que ter o poder de gestão de todos os fornecedores, clientes e resultados de todas as unidades de negócio.

E, para isso, é necessário ter uma solução de tecnologia robusta capaz de integrar todos os dados em único sistema de HIS (Hospital Information System).

Para otimizar todas as informações em relatórios consistentes.

Somente assim é possível ter visibilidade geral da instituição para atuar nos principais gargalos e manter a saúde financeira dos hospitais, além de garantir o bom atendimento.

O sistema de HIS gera relatórios completos que dão ao gestor visibilidade de cada uma das áreas, seja contábil, administrativa, tributária, predial, e outras, de forma bastante abrangente.

Com isso, é possível atacar nos pontos mais críticos, efetuar cortes de gastos e investimentos mais assertivos e gerenciar todas as áreas do hospital de forma equilibrada.

Isso porque o sistema apresenta demonstrativos para gestão financeira, contábil, mostra os investimentos realizados, faz análise sistemática das entradas e saídas.

Além de monitorar os tributos necessários para prestar contas ao Governo.

Com essas análises, os administradores do hospital conseguem diminuir os custos da instituição, além de aumentar a produtividade e a qualidade.

Algumas áreas precisam de atenção ainda mais especial quando se trata de gestão.

Os leitos de uma UTI, por exemplo, que costuma ter altas taxas de ocupação, requerem administração minuciosa dos custos para que o hospital não tenha gastos desnecessários.

Outro ponto que requer atenção é a taxa de glosa.

Seguir as regras de preenchimento de todos os processos de um paciente, faz com que os gestores consigam gerenciar de perto esse atendimento e ainda diminuir seus índices de glosa, o que evita perdas e prejuízos com as operadoras de convênios.

Com um bom sistema de HIS e uma boa análise dos dados, é possível reduzir a taxa da glosa de 10% para 2%, por exemplo.

Já no caso das Unidades de Tratamento Intensivas, os indicadores de HIS facilitam a tomada de decisão imediata do administrador da área.

Com o sistema é possível ainda controlar a gestão de todos os departamentos da instituição com clareza, além de identificar quais deles estão sendo ou não eficientes e sinalizar para os responsáveis as necessidades e especificidades de cada uma das áreas.

O controle e o entendimento que o sistema traz para a administração geral do hospital faz com que a gestão dos custos seja feita de forma a melhorar a saúde financeira de cada setor e, consequentemente, maximizar os ganhos da instituição como um todo.

Com a solução, aliada a uma boa análise dos dados, é possível reduzir custo e aumentar produtividade de hospitais de médio/grande porte em menos de seis meses.

Além disso, com maior controle dos custos gerais de uma instituição, conseguimos diminuir o desperdício, pois fechamos os ralos por onde escoam despesas desnecessárias, o crescimento com o HIS é gradual e significativo e o retorno mínimo de implantação desse sistema é de no mínimo 20%.

Em tempos como os atuais, nos quais quaisquer tipos de ganhos ou otimizações se fazem necessários, a implantação de HIS passa a ser um investimento mais que bem-vindo, é algo urgente para o líder que presa pela boa gestão e quer manter seu negócio rentável.

Por André Silveira, diretor de Gestão e Concepção de Produtos da Pixeon, Werber Leite, coordenador de BackOffice da Diretoria de Gestão e Concepção de Produtos da Pixeon

Fonte: Pixeon-01.12.2016.

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