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Novembro Roxo na Pro Matre: a importância do suporte às mães de prematuros

Por Roberta Massa B. Pereira | 29.11.2018 | Sem comentários

No mês internacional de sensibilização da prematuridade, Pro Matre Paulista destaca o cuidado voltado para o bebê prematuro e também para as mães desses pequenos guerreiros.

Quando um bebê nasce antes do tempo e tem de ir para uma incubadora, não é somente ele quem fica internado: a mãe dedica a sua vida durante um longo período para voltar todo o tempo e esforço ao recém-nascido que inspira cuidados e muita atenção.

Para celebrar a garra dessas mães, a Maternidade Pro Matre Paulista coloca em pauta a importância do Novembro Roxo, mês internacional de sensibilização da prematuridade, uma das causas que está em consonância com sua expertise.

A Instituição é reconhecida pela excelência no atendimento à gestante e nos casos de nascimentos pré-termo.

Do total de nascidos na Pro Matre, 1,13% dos nascidos vivos são considerados de muito baixo peso, com menos de 1.500g.

Além da Unidade de Terapia Semi-Intensiva para gestação de alto risco, com foco no tratamento das patologias mais frequentes, como a doença hipertensiva específica da gestação (DHEG), o trabalho de parto prematuro, a diabetes gestacional e a ruptura prematura de membranas.

A Pro Matre possui uma série de protocolos para o atendimento às puérperas que tiveram bebês nascidos pré-termo, como acompanhamento psicológico e suporte para o estímulo ao aleitamento.

A Maternidade promove, ainda, reuniões quinzenais para as mães que estão com seus filhos internados nas UTIs neonatais, estimulando a troca de informações e o estreitamento com aquelas que compartilham das mesmas dificuldades, iniciativa que visa acolher e auxiliar neste momento de superação pelo qual passam.

Dos prematuros que nascem no Brasil todos os anos, 64% necessitam de tratamento em uma UTI neonatal.

Essa estrutura na Maternidade Pro Matre Paulista é referência no Brasil e atende o recém-nascido clinicamente doente, prematuros de baixo peso e casos de gestações múltiplas, além de ter suporte completo para cirurgia neonatal.

Enquanto as complicações da prematuridade são a maior causa de morte entre crianças de até cinco anos de idade, responsáveis por um milhão de óbitos em 2015.

Conforme levantamento da Organização Mundial da Saúde (OMS) –, três quartos dessas vidas podem ser salvas com cuidados essenciais durante o parto e no período pós-natal.

Portanto, uma equipe médica especializada em gestação de alto risco pode fazer toda a diferença na gravidez.

“Nossa preocupação é oferecer ao bebê a melhor estrutura hospitalar e equipe médica para que os pais sintam segurança de que seu filho está em boas mãos, assim como consigam lidar com essa fase do pós-natal e se sintam acolhidos”, afirma Dra. Edinéia Lima, neonatologista e chefe da UTI Neonatal da Pro Matre Paulista.

Prevenção do parto prematuro

Nesse contexto, o Novembro Roxo é uma oportunidade para enfatizar essa importância do cuidado preventivo.

As causas mais comuns de prematuridade incluem fatores genéticos, anomalias uterinas, gravidez tardia, múltiplas gravidezes e infecções e condições crônicas.

A idade também pode ser um fator importante: dados do Sistema de Informações de Nascidos Vivos (Sinasc), do Sistema Único de Saúde (SUS), mostram que 36% dos partos prematuros de 2015 ocorreram em grávidas menores de 19 anos e com mais de 35.

No entanto, muitas vezes nenhuma causa é identificada.

Prematuridade no Brasil e no mundo

Segundo a OMS, 15 milhões de crianças por ano nascem antes do tempo, com menos de 37 semanas de gestação completadas, e esse número global está aumentando.

O Brasil é o 10° país com maior índice de prematuridade no mundo: a cada hora nascem 40 bebês prematuros, um total de 931 por dia, e são mais de 340.000 por ano, de acordo com dados do Sinasc, do SUS, e do Ministério da Saúde.

Quando o bebê nasce entre 34 e 36 semanas e seis dias, ele é considerado prematuro tardio e não está com alguns órgãos amadurecidos, como o pulmão.

O prematuro moderado chega ao mundo com 29 a 33 semanas e seis dias e pode apresentar sinais importantes de prematuridade, como problemas respiratórios, neurológicos e cardíacos.

Estas complicações são intensificadas quando o bebê tem menos de 28 semanas e/ou peso menor que 1.000g e é prematuro extremo, ou seja, ele é imaturo como um todo.

Seus principais órgãos, como coração, pulmão e rins, ainda não estão desenvolvidos e ele precisa de ajuda para respirar.

Cuidados no pós-natal

Um dos fatores-chave para garantir a sobrevida do bebê prematuro, segundo recomendação da OMS, é o método canguru.

A ideia é os pais ajudarem na recuperação dos bebês por meio do contato direto entre a mãe e o pai com o filho.

Além de estabelecer afeto e segurança na relação parental, o recurso favorece o desenvolvimento neuropsicomotor e o ganho de peso.

Com essas e outras práticas de cuidado pós-parto, a prematuridade e seus fatores de risco podem ser superados, e o bebê tem a chance de se desenvolver normalmente.

Sobre a Maternidade Pro Matre Paulista

Com 80 anos de tradição, a Maternidade Pro Matre Paulista é referência em neonatologia, gestações múltiplas e de alto risco, bem como em saúde integral da mulher.

Desde 2000, a instituição é parte do Grupo Santa Joana, maior conglomerado privado de maternidades da América Latina.

UTIs neonatal e adulto, especializadas e apoiadas em profissionais qualificados e recursos tecnológicos de ponta integram alguns dos principais atributos da Pro Matre Paulista.

A Maternidade é certificada pela Joint Commission International (JCI), o mais importante órgão certificador do mundo.

Outro importante reflexo da valorização à humanização é o Espaço Vida da maternidade, um ambiente acolhedor que permite a integração entre família e a gestante no momento do parto.

Site: http://www.promatresp.com.br/

Fonte: Assessoria de Comunicação – Pro Matre – 29.11.2018.

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