Saúde

Unimed vence Top of Mind na Categoria Saúde

Por Roberta Massa B. Pereira | 31.10.2017 | Sem comentários

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Saúde é a segunda maior preocupação dos brasileiros, atrás apenas do desemprego.

Os dados são do levantamento “Retratos da Sociedade Brasileira -Problemas e Prioridades”, divulgado pela CNI (Confederação Nacional da Indústria).

“Saúde é o maior patrimônio pessoal, mas os consumidores só se relacionam com uma marca ou plano quando precisam, não procuram espontaneamente”, diz Gilmar Marques, coordenador da Academia de Gestão de Saúde da ESPM/AMB (Associação Médica Brasileira).

Nesta edição do Top of Mind, o Datafolha começou a pesquisar a categoria Saúde.

Apesar da apreensão, as marcas do tema não estão na cabeça de boa parte da população: 43% não souberam apontar uma.

A taxa sobe entre os menos escolarizados (58%), no Norte (59%), nas classes D e E (59%) e entre os mais velhos (50%).

Presença no cotidiano, experiência de uso positiva e tempo são atributos necessários, continua o professor. “É uma relação de longo prazo.

Uma marca forte de saúde não se faz em um ou dois anos.”

A Unimed foi a mais lembrada na estreia da categoria, com 12% das citações. SUS (5%) e Amil (2%) aparecem em seguida.

A vencedora completa 50 anos em 2017. Criada por um grupo de 23 médicos em Santos (SP), em 1967, a União dos Médicos (Unimed) é um sistema composto por 348 cooperativas e 113 mil médicos cooperados.

As Unimeds, que podem ser singulares (das cidades), de federações ou confederações, estão presentes em 4.686 municípios brasileiros.

No total, tem mais de 18 milhões de clientes, 113 hospitais próprios e 2.719 hospitais credenciados.

A marca se destacou nas classes A e B (18%), entre os mais escolarizados (20%) e entre os que ganham de cinco a dez salários mínimos (21%).

A categoria Plano de Saúde também traz a Unimed na liderança, pela 25ª vez consecutiva.

Neste ano, registrou 35% de lembrança. Amil (7%), Hapvida (5%) e Bradesco Saúde (4%) foram outras citadas.

Algumas cooperativas, entretanto, passaram por crises graves recentemente.

São os casos da Unimed Paulistana, que quebrou em 2016, e da Unimed Rio, que teve a venda de 14 planos suspensa em setembro pela ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar).

Cada operadora tem gestão administrativa autônoma e independente.

“Entendemos que situações pontuais com operadoras afetam temporariamente a imagem nacional da marca.

Mas reforçamos que um problema em uma Unimed não afeta as demais”, diz Darival Bringel, diretor de desenvolvimento de mercado da Unimed do Brasil.

A campeã tem desempenho acima da média na região Sul (52%), entre os mais escolarizados (46%), com renda de cinco a dez salários mínimos (48%) e nas classes A e B (47%).

Fonte: Folha de São Paulo – 31.10.2017.

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